18
04/13

A fim de dar umas dicas mais curtas, para o dia a dia e para a vida, resolvi criar uma nova categoria no blog, a de Short Post! Sou meio chato e não gosto de blog farofa (que vê qualquer coisa e posta, que traduz post gringo, etc), então vou deixar a categoria mais minha cara possível. ♥

Agora, direto ao ponto. Meu cabelo estava muito ressecado e eu não sabia mais o que fazer. Aí, o @_Juniorr me falou pelo Twitter que ele usou Bepantol e isso ajudou muito o cabelo dele, dando mais brilho e deixando mais leve. Comprei e fiz o teste, e olha, devia ter comprando antes! O Bepantol hidrata muito os cabelos, dá um brilho bem legal e conforme você vai usando, ele vai ficando menos ressecado e cada vez mais gostoso.

Dá pra usar de dois jeitos:
- meia tampinha após lavar os cabelos, antes de usar o secador,
- misturando num creme de hidratação que você goste.

Eu geralmente pago por volta de R$ 16,00 e dura ao menos uns 2 meses, ou seja, vale muito o investimento! ;)


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13
04/13

Cansado de fazer jus a esse post, resolvi mudar meus hábitos e a minha rotina na internet. Ler faz parte novamente da minha rotina e o Kobo está me ajudando nessa tarefa.

Por trabalhar com redes sociais, acabo conectado maior parte do meu dia (umas 14 horas por dia, pelo menos). Não acredito que seja um vício de fato, mas é o que toda mãe/vó diz: “tudo em excesso faz mal”. Por isso, comecei me desintoxicando vendo séries no caminho do trabalho (e como demoro pelo menos 1h30 para chegar e mais ou menos isso para voltar pra casa, acabo vendo uns 5 episódios por dia, rs).

Sempre gostei muito de ler, mas no transporte público carregar um livro não é fácil, até porque às vezes você fica em pé, com gente te empurrando nessa vida de proletariado. Além disso, livros são pesados e difíceis de carregar. Eu tenho um tablet (iPad 1), e honestamente ler livros por ali não me apetece. Além de ser tão pesado quanto um livro, a luz não é agradável e o tamanho do tablet para esse tipo de leitura também me incomoda. Por isso, decidi que precisava de um eReader. Li a respeito, pesquisei preços e cheguei no Kobo, vendido na Livraria Cultura.

Resolvi comprar pessoalmente e esclarecer algumas coisas, já que estava em dúvida entre o Kobo e o Kindle. Na Livraria Cultura, o vendedor me apontou algumas das diferenças. A versão mais simples do Kindle não é touch, ou seja, você tem que fazer tudo com os botões, que em certos momentos é bem incomodo, como quando você precisa buscar o nome de algum livro e tem que fazer a busca caçando letra por letra. Ele não é touch e não tem luz, caso você queira ler de noite. O Kindle tem capacidade para mais de 1000 livros e não tem memória expansível. O melhor Kindle é o Paperwhite, que custa R$ 479. No Kobo Glo eu paguei R$ 399.

Optei pelo Kobo Glo, por causa da iluminação. Ele é touch (todas as versões do Kobo são) e é bem intuitivo, principalmente pra quem está acostumado com smartphones sem botões. Tem capacidade para cartão de memória, ou seja, se eu me tornar um louco doente por livros, consigo estender a memória dele para até 32GB. Além disso, dá pra ler tranquilamente no escuro e a luz dele é ótima e não incomoda com a de um tablet, por exemplo.

Gostei também pelo tamanho da tela de 6”, que não é nem muito grande, nem muito pequena. Dá para aumentar o tamanho das letras, caso você seja desses que não goste do tamanho das letras dos livros. Também dá pra mudar a fonte, caso você tenha frescura o que a fonte padrão dos livros. A tecnologia do eReader faz com que a tela dele pareça papel, o que também é muito legal. Tem conexão Wi-Fi, então você pode comprar livros pelo próprio Kobo.

Ah, claro, você também pode baixar livros da internet em formato ePub, mas isso é ilegal, assim como baixar músicas e filmes, coisa que muita gente faz. Então não vou julgar quem é pobre ou não quer tirar algumas dilmas do bolso para comprar livros novos.


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05
04/13

Adoro reclamar sobre o tempo (ou formas derivativas dele). Reclamo que demoro quase duas horas para chegar no trabalho. Reclamo que vou demorar muito no trânsito.  Reclamo que não consigo fazer hora de almoço e por isso peço comida e como em frente ao computador. Reclamo que não arrumo tempo para namorar. Reclamo que não consigo encontrar um tempinho para ler um livro. Reclamo que não dá tempo de ver os amigos. Reclamo que o final de semana passou muito rápido. Reclamo. Reclamo, e deve ser por isso que o tempo não muda a sua opinião sobre mim, pois está cansado de minhas reclamações. Vez ou outra eu até paro de falar sobre o dito cujo, mas penso nele. E ele não sai da minha cabeça. A falta dele também. E de tanto pensar, acabo atraindo o tempo, só que para longe (se é que isso é possível). Só precisava encontrar um modo de me adequar ao tempo, para dar tempo de fazer tudo o que eu preciso, sem reclamar. Ainda não encontrei, mas eu hei de encontrar.

O tempo, meu amigo, meu amigo não é.


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