18
02/15

 

Quem me vê viajando, sempre questiona o que eu faço para encontrar passagens áreas mais baratas. Bem, tem segredo, mas não muito. Inclusive, já fiz um post de como encontrar viagens com preço bem baixo por aqui.

 

Uma das minhas metas para esse ano é: viajar mais. Ok, eu já me considero um pouco fora da curva, mas se faz bem, por que fazer menos? Ano passado, criei o Um Sentimento Por Dia. Escrever sobre sentimentos é algo que gosto, então porque não fazer o mesmo com viagens? Vou tentar falar mais sobre elas e o que entendo desse universo aqui no blog. ;)

 

Sem mais rodeios, vamos lá:
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21
11/14

 

Amo viajar. Viveria disso e com certeza transformaria em profissão (de certo modo já até foi, quando eu era agente de viagens). Nem sempre dá, mas quando posso, dou um jeito de bolar alguma coisa e sair um pouco de São Paulo. Para transformar essa paixão em um final de semana de puro amor, o Airbnb me convidou para experimentar o serviço na ação de #AirbnbVerão!

 

Pra quem não sabe, pelo Airbnb você pode alugar casas, apartamentos, aviões(!), enfim, uma infinidade de opções para quem gosta de estar em casa em qualquer lugar do mundo e não curte a impessoalidade dos hotéis. Além disso, se você vai viajar sozinho, pode alugar apenas um quarto da casa e conhecer gente nova, como os anfitriões da casa. Ah, também não precisa ter medo, já que todo mundo que se hospeda na casa pode deixar um comentário sobre o lugar e o anfitrião, ou seja, você não precisa ter medo de ser feliz.
 

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24
07/14

 

Acordo cedo. Não consigo tomar café da manhã, estou sempre atrasado. Não ando de carro (aliás, nem sei dirigir). Fico cerca de dez minutos no ponto de ônibus diariamente, esperando o primeiro dos dois que tenho que tomar para ir pro trabalho. Se o trânsito está caótico, são dois ônibus e duas baldeações de metrô pra chegar. Nos transportes, gente de cara feia, mal humorada, me olhando torto por estar “bem vestido” (leia-se ter um penteado diferente e saber escolher as peças de roupa). Ninguém olha que estou saindo do mesmo bairro e que não estou no meu próprio veículo, com ar condicionado e conforto. As vezes vou em pé, entre empurrões e encoxadas. Trabalho (e como trabalho), para ter uma vida um pouco mais confortável, ainda que no que chamam de subúrbio.
 
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