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11/14

 

Amo viajar. Viveria disso e com certeza transformaria em profissão (de certo modo já até foi, quando eu era agente de viagens). Nem sempre dá, mas quando posso, dou um jeito de bolar alguma coisa e sair um pouco de São Paulo. Para transformar essa paixão em um final de semana de puro amor, o Airbnb me convidou para experimentar o serviço na ação de #AirbnbVerão!

 

Pra quem não sabe, pelo Airbnb você pode alugar casas, apartamentos, aviões(!), enfim, uma infinidade de opções para quem gosta de estar em casa em qualquer lugar do mundo e não curte a impessoalidade dos hotéis. Além disso, se você vai viajar sozinho, pode alugar apenas um quarto da casa e conhecer gente nova, como os anfitriões da casa. Ah, também não precisa ter medo, já que todo mundo que se hospeda na casa pode deixar um comentário sobre o lugar e o anfitrião, ou seja, você não precisa ter medo de ser feliz.

 

A minha escolha para curtir o verão antecipado do Airbnb foi a casa da Alessandra, em Barra do Una (eis aqui o link pra quem quiser ver mais/alugar). Ao contrário da maior parte das casas de praia, que fica bem pertinho do mar, a casa dela era um pouco mais distante, no Sertão do Una, mas isso com certeza não foi um problema, já que pude aproveitar a tranquilidade do interior estando a 10 minutos da praia.

 

A casa é linda. Três quartos, sendo um deles em um chalé no meio do jardim da casa. Tem ponte pênsil. Cozinha com vista pra natureza. Piscina natural. Enfim, vejam nas fotos e se apaixonem comigo. VEM!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E pra quem ainda não tem cadastro, vou dar R$ 64 pra você viajar. <3
Espero que aproveite e curta tanto quanto eu! ;D
 


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07/14

 

Acordo cedo. Não consigo tomar café da manhã, estou sempre atrasado. Não ando de carro (aliás, nem sei dirigir). Fico cerca de dez minutos no ponto de ônibus diariamente, esperando o primeiro dos dois que tenho que tomar para ir pro trabalho. Se o trânsito está caótico, são dois ônibus e duas baldeações de metrô pra chegar. Nos transportes, gente de cara feia, mal humorada, me olhando torto por estar “bem vestido” (leia-se ter um penteado diferente e saber escolher as peças de roupa). Ninguém olha que estou saindo do mesmo bairro e que não estou no meu próprio veículo, com ar condicionado e conforto. As vezes vou em pé, entre empurrões e encoxadas. Trabalho (e como trabalho), para ter uma vida um pouco mais confortável, ainda que no que chamam de subúrbio.

 

Com uma rotina diária de incômodos do proletariado comum, faço questão de guardar dinheiro para gastar comigo e com os meus gostos. Gosto de comer bem (leia-se um America, não um Figueira), de comprar roupas pela internet (o preço é melhor) e de viajar. Amo viajar. Viajaria uma vez por mês ou a vida toda, mas as responsabilidades não permitem. Logo, opto por fazer alguma viagem legal no fim do ano ou nas raras férias que tenho. Gasto em uma semana o que sofri pra ganhar em meses.

 

Já fui passar o Réveillon em Nova York, de “Business Class”, mas passei o Natal com os comissários de bordo. Fiquei hospedado em um hotel baratinho que encontrei indo de ponto em ponto no Google Maps, mandando e-mail e ligando, pois se fechasse o primeiro que visse pagaria o valor de um resort no Brasil. Jantei um dia pela quinta avenida, mas comi três vezes pizza de um dólar. Vi a virada do ano na Times Square, mas tive que voltar rapidinho, pois o voo era pela manhã do primeiro dia do ano e não haveria tempo para comemorações mais longas. Aproveitei Manhattan por uma semana, embora quisesse ficar mais, pois foi o melhor que consegui negociar no trabalho.

 

Viajei para Orlando, tirei foto com o Mickey, voltei com muitas compras, mas paguei no boleto bancário. Fui para Ilhabela, mas não fiquei em hotel cinco estrelas, fiquei em pousadinha. Fui para Paraty, mas negociei o valor do site de compras coletivas direto com o hotel. Ganhei parte de algumas viagens. Outras paguei por completo, um valor alto, por não ter me programado e decidido em cima da hora.

 

Ouvi muitos “nossa, como você é rico” e respondi com uns “o valor da parcela é o mesmo de duas baladas e bares que você deixa de ir no mês”. Ouvi alguns “tá metido, hein?” de gente que acabou de trocar de carro. Ouvi um e outro “sua vida é muito glamorosa” de gente que vai ao shopping fazer compras todo o fim de semana. Ouvi poucos “parabéns, você merece!”.

 

Entre uma viagem e outra, entre uma #selfie com Cinderela ou na Times Square, cheguei tarde em casa, sofri pelo racionamento de água no bairro, corri para não perder o último ônibus, escondi o celular para não ser assaltado, andei mais rápido porque a rua estava deserta, perdi feriados, fiz freelas, tive problemas pessoais, chorei de raiva e fiquei puto por morar longe, mas desses tombos ninguém sabe, porque é mais fácil invejar do que batalhar. O melhor do outro é sempre melhor que o seu.

 


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07/14

 

É um parque ou uma floresta? As duas coisas. É o mais novo da Disney (inaugurado em 1998) e também o mais simples do ponto de vista das atrações. Esse é um lugar que você não precisa ir embora quando fecha (aliás, bem cedo, por volta das 18h, pois os animais precisam descansar sem a zona dos humanos), já que você consegue ver tudo o que precisa em pouco tempo. Na minha opinião, é o “menos legal” dos parques da Disney.

 

Eis as principais atrações:

 

It´s Tough to be a Bug

No centro do parque há uma grande árvore, a Tree of Life, que é linda por sinal. Dentro dessa árvore há um cinema 3D, contando uma historinha com os personagens da Bug’s Life.
Nota: 6

 

Expedition Everest

Acho que é uma das mais divertidas da Disney. Quando você entra na fila, já se envolve em uma espécie de museu sobre o Yeti, o ~abominável homem das neves~. O brinquedo em si é o Monte Everest, a montanha russa é de madeira, você anda de costas, enfim, é bem divertido!
Nota: 8

 

Festival of the Lion King

Quando eu fui, estava fechado. :( Mas com certeza é obrigatório!

 

Dinosaur

É o Jurassic Park da Disney. Você entra em um carrinho-jipe e sai para uma expedição de volta ao passado.

Nota: 6

 

Kilimanjaro Safari

Acho que esse é o carro chefe do parque. Você entra em um grande carro e faz um pequeno Safari pela “África”, passando bem perto de alguns animais.

Nota: 7

 

Finding Memo – The Musical

Foi de longe um dos musicais que mais gostei dos parques. A história é encurtada, mas não o suficiente para que você perca partes importantes. São 45 minutos de espetáculo com pessoas manipulando bonecos no palco. O legal é que as pessoas, embora estejam ali visíveis, praticamente somem e dão destaque as personagens.

Nota: 9

 

Para comer, recomendo o Rainforest Café. Além de você matar as saudades de comida de verdade (provavelmente não aguentará mais hambúrgueres e afins), o ambiente é incrível. É como uma grande floresta, cheia de animais e em dados momentos, começa uma tempestade, as luzes começam a piscar, os animais se agitam e é bem divertido. É muita comida também, ou seja, se quiser, evite as entradinhas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O parque é muito mais para ver do que para sentir. Pense nele como um zoológico como brinquedos e reserve apenas uma parte de um dia, pois é o suficiente para ver tudo.

 


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