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07/14

 

Acordo cedo. Não consigo tomar café da manhã, estou sempre atrasado. Não ando de carro (aliás, nem sei dirigir). Fico cerca de dez minutos no ponto de ônibus diariamente, esperando o primeiro dos dois que tenho que tomar para ir pro trabalho. Se o trânsito está caótico, são dois ônibus e duas baldeações de metrô pra chegar. Nos transportes, gente de cara feia, mal humorada, me olhando torto por estar “bem vestido” (leia-se ter um penteado diferente e saber escolher as peças de roupa). Ninguém olha que estou saindo do mesmo bairro e que não estou no meu próprio veículo, com ar condicionado e conforto. As vezes vou em pé, entre empurrões e encoxadas. Trabalho (e como trabalho), para ter uma vida um pouco mais confortável, ainda que no que chamam de subúrbio.

 

Com uma rotina diária de incômodos do proletariado comum, faço questão de guardar dinheiro para gastar comigo e com os meus gostos. Gosto de comer bem (leia-se um America, não um Figueira), de comprar roupas pela internet (o preço é melhor) e de viajar. Amo viajar. Viajaria uma vez por mês ou a vida toda, mas as responsabilidades não permitem. Logo, opto por fazer alguma viagem legal no fim do ano ou nas raras férias que tenho. Gasto em uma semana o que sofri pra ganhar em meses.

 

Já fui passar o Réveillon em Nova York, de “Business Class”, mas passei o Natal com os comissários de bordo. Fiquei hospedado em um hotel baratinho que encontrei indo de ponto em ponto no Google Maps, mandando e-mail e ligando, pois se fechasse o primeiro que visse pagaria o valor de um resort no Brasil. Jantei um dia pela quinta avenida, mas comi três vezes pizza de um dólar. Vi a virada do ano na Times Square, mas tive que voltar rapidinho, pois o voo era pela manhã do primeiro dia do ano e não haveria tempo para comemorações mais longas. Aproveitei Manhattan por uma semana, embora quisesse ficar mais, pois foi o melhor que consegui negociar no trabalho.

 

Viajei para Orlando, tirei foto com o Mickey, voltei com muitas compras, mas paguei no boleto bancário. Fui para Ilhabela, mas não fiquei em hotel cinco estrelas, fiquei em pousadinha. Fui para Paraty, mas negociei o valor do site de compras coletivas direto com o hotel. Ganhei parte de algumas viagens. Outras paguei por completo, um valor alto, por não ter me programado e decidido em cima da hora.

 

Ouvi muitos “nossa, como você é rico” e respondi com uns “o valor da parcela é o mesmo de duas baladas e bares que você deixa de ir no mês”. Ouvi alguns “tá metido, hein?” de gente que acabou de trocar de carro. Ouvi um e outro “sua vida é muito glamorosa” de gente que vai ao shopping fazer compras todo o fim de semana. Ouvi poucos “parabéns, você merece!”.

 

Entre uma viagem e outra, entre uma #selfie com Cinderela ou na Times Square, cheguei tarde em casa, sofri pelo racionamento de água no bairro, corri para não perder o último ônibus, escondi o celular para não ser assaltado, andei mais rápido porque a rua estava deserta, perdi feriados, fiz freelas, tive problemas pessoais, chorei de raiva e fiquei puto por morar longe, mas desses tombos ninguém sabe, porque é mais fácil invejar do que batalhar. O melhor do outro é sempre melhor que o seu.

 


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07/14

 

É um parque ou uma floresta? As duas coisas. É o mais novo da Disney (inaugurado em 1998) e também o mais simples do ponto de vista das atrações. Esse é um lugar que você não precisa ir embora quando fecha (aliás, bem cedo, por volta das 18h, pois os animais precisam descansar sem a zona dos humanos), já que você consegue ver tudo o que precisa em pouco tempo. Na minha opinião, é o “menos legal” dos parques da Disney.

 

Eis as principais atrações:

 

It´s Tough to be a Bug

No centro do parque há uma grande árvore, a Tree of Life, que é linda por sinal. Dentro dessa árvore há um cinema 3D, contando uma historinha com os personagens da Bug’s Life.
Nota: 6

 

Expedition Everest

Acho que é uma das mais divertidas da Disney. Quando você entra na fila, já se envolve em uma espécie de museu sobre o Yeti, o ~abominável homem das neves~. O brinquedo em si é o Monte Everest, a montanha russa é de madeira, você anda de costas, enfim, é bem divertido!
Nota: 8

 

Festival of the Lion King

Quando eu fui, estava fechado. :( Mas com certeza é obrigatório!

 

Dinosaur

É o Jurassic Park da Disney. Você entra em um carrinho-jipe e sai para uma expedição de volta ao passado.

Nota: 6

 

Kilimanjaro Safari

Acho que esse é o carro chefe do parque. Você entra em um grande carro e faz um pequeno Safari pela “África”, passando bem perto de alguns animais.

Nota: 7

 

Finding Memo – The Musical

Foi de longe um dos musicais que mais gostei dos parques. A história é encurtada, mas não o suficiente para que você perca partes importantes. São 45 minutos de espetáculo com pessoas manipulando bonecos no palco. O legal é que as pessoas, embora estejam ali visíveis, praticamente somem e dão destaque as personagens.

Nota: 9

 

Para comer, recomendo o Rainforest Café. Além de você matar as saudades de comida de verdade (provavelmente não aguentará mais hambúrgueres e afins), o ambiente é incrível. É como uma grande floresta, cheia de animais e em dados momentos, começa uma tempestade, as luzes começam a piscar, os animais se agitam e é bem divertido. É muita comida também, ou seja, se quiser, evite as entradinhas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O parque é muito mais para ver do que para sentir. Pense nele como um zoológico como brinquedos e reserve apenas uma parte de um dia, pois é o suficiente para ver tudo.

 


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07/14

 

Viajar pelo velho continente pode ser bastante gratificante se a sua intenção é conseguir as melhores marcas por preços bastante reduzidos. A dica são os villages, estoques de grandes marcas que ficam situados em pequenas cidades do interior e que cada vez mais atraem pessoas do mundo todo por seus preços baixíssimos e grande diversidade de produto.

 

E para que você se prepare antes mesmo de viajar, a dica é visitar os sites de cada village e conferir a localização e ofertas, além das empresas disponíveis. Cada village tem o seu site e estão localizados em diferentes pontos da Europa – Bélgica, França, Inglaterra, Itália, etc. Você pode conseguir informações nos sites sobre como chegar, quais os horários e serviços, etc. Para ter acesso a todos os endereços dos villages, é possível conferir no site Clic Outlet Shopping. Geralmente, há uma infraestrutura de acomodações nestas cidades, espaço para crianças, restaurantes, lanchonetes e outros recursos que tornarão as suas compras interessantes, sem perder o caráter de passeio turístico.

 

Segundo as estatísticas, os brasileiros estão quase sempre entre as 10 nacionalidades que compram produtos com isenção de impostos em viagens internacionais e os villages definitivamente caíram no gosto dos turistas brasileiros, já que é possível economizar em até 60% no valor do mesmo produto anunciado no Brasil.

 

Entre os villages mais conhecidos e procurados pelos brasileiros, estão:

 

Las Rozas Village, perto de Madri

 

Quase como se fosse uma feirinha de rua, a diferença fica pela oferta de grandes marcas e terraços com exposições.

 

Kildare Village, perto de Dublin

 

O ponto alto das compras em Dublin pode ser o Kildare Village, com suas ruas movimentadas e sofisticadas.

 

La Roca Village, perto de Barcelona

 

O La Roca possui mais de 50 outlets. Vale a pena conferir.

 

La Vallée Village, perto de Paris

 

É um dos mais visitados de todo o mundo. Não há como ir a Paris sem dar uma passadinha pelo La Vallée.

 

Fidenza Village, perto de Milão

 

Diversas marcas de luxo e outras mais populares com grandes descontos durante todo o ano.

 

Bicester Village, perto de Londres

 

Você encontra sofisticação em lojinhas pitorescas bem perto de Londres, uma alternativa à tradicional Oxford Street.

 

Ingolstadt Village, perto de Munique

 

Perfeito para conhecer durante as liquidações de verão e inverno, quando as temperaturas estão mais amenas.

 

Ao viajar é possível também encontrar ótimas ofertas em lojas de marcas desconhecidas aqui no Brasil e feiras que estão espalhadas por toda a Europa. Aproveitar as liquidações de fim de estação também é uma ótima ideia para quem quer comprar sem gastar muito. O importante é ir preparado, sabendo o que irá visitar e quanto irá gastar.

 


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